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Moldagem digital x analógica: o seu laboratório de prótese está preparado para esta transição?

Por admin 21 de outubro de 2021
21 de outubro de 2021

Uma coisa é certa: uma reabilitação oral satisfatória depende de uma moldagem bem feita. Afinal, todos os outros processos serão baseados nessa etapa. E como já é de conhecimento geral, existem duas dinâmicas presentes em laboratórios de prótese dentária e clínicas odontológicas: a moldagem digital e a analógica. Mas como cada uma pode ser utilizada? 

Neste conteúdo, você vai entender todo o processo de moldagem de dentes com ambas as técnicas e analisar as principais diferenças entre as duas, tanto para os profissionais quanto para o paciente. E mais: vai compreender qual é a mais utilizada em laboratórios de prótese e clínicas odontológicas e qual melhor se encaixa no seu fluxo de trabalho.

Vamos lá? 😉

Moldagem analógica

Na moldagem analógica, o cirurgião-dentista faz a manipulação do material e o insere na moldeira. Depois, a posiciona na boca do paciente e molda a arcada dentária. Apesar de essa já ser uma técnica conhecida, engana-se quem imagina que seu processo seja simples. 

Uma moldagem analógica bem feita envolve uma série de processos, como a escolha do material e da moldeira, a espatulação respeitando proporções, a inserção correta na boca do paciente e até mesmo a temperatura ambiente. Portanto, este é um método que necessita muita técnica e prática por parte do profissional.

E mesmo confeccionado por um processo analógico, o molde também pode estar presente na dinâmica de trabalho digital. No fluxo in house, ou seja, parcialmente digital, é possível enviar o molde feito manualmente ao laboratório de prótese, onde o técnico em prótese dentária realizará o escaneamento com um scanner de bancada. Assim, o arquivo digitalizado será utilizado para a produção da prótese dentária no CAD/CAM.

Para entender melhor como funciona esse processo, clique aqui e acesse o texto onde explicamos o passo a passo da fabricação de próteses dentárias no fluxo digital.

Moldagem digital

Inserida no fluxo totalmente digital, também conhecido como in lab, a moldagem digital surgiu com o objetivo de proporcionar mais agilidade e precisão em um tratamento reabilitador. Mas não é só isso: esse método tem sido revolucionário por facilitar o processo de diagnóstico, planejamento do caso e desenho do sorriso, eliminando erros e evitando retrabalhos.

Na moldagem digital, a arcada dentária do paciente pode ser escaneada em poucos minutos. As imagens geradas pelo equipamento são enviadas em arquivos digitais para o laboratório, onde serão utilizadas para a criação do planejamento da prótese odontológica no software CAD. Depois, a peça produzida é enviada ao software CAM para ser impressa ou fresada. 

Tempo otimizado e maior fidelidade à reprodução da cavidade oral do paciente, o que permite o avanço nas etapas de confecção e maior precisão no trabalho técnico de produção de próteses dentárias. 

Entretanto, adquirir esse tipo de equipamento no laboratório de prótese demanda muito planejamento. Afinal, ele está diretamente conectado a outros processos digitais, como o software de desenho e a fresadora ou impressora 3D. Sendo assim, além do custo de aquisição, é preciso investir na organização dos processos e no treinamento da equipe.

A moldagem digital e a analógica – um transição gradativa 

Ao analisarmos ambos os métodos, é notável a vantagem da utilização da tecnologia digital a clínicas odontológicas, laboratórios de prótese e pacientes.  Mas é importante lembrar que a moldagem digital não é apenas um método que substitui o analógico, é uma transformação completa na dinâmica de trabalho, que vem acontecendo em ritmos diferentes em cada modelo de negócio adotado. Então, abaixo, vamos analisar como cada uma das partes pode se beneficiar nos diferentes métodos.

O que muda para o técnico em prótese dentária 

Com o arquivo digital, o TPD tem a opção de alinhar o molde ao rosto do paciente no computador, gerando resultados mais precisos no planejamento da reabilitação oral. Além disso, todo o processo de fabricação leva menos tempo, já que na dinâmica digital não há alteração dimensional no momento da fresagem ou impressão. Sendo assim, menos ajustes oclusais e dimensionais precisarão ser feitos.

Além da precisão dos resultados, a moldagem digital possibilita facilmente a replicabilidade e o compartilhamento do molde. Por ser um arquivo digital, ele pode ser enviado instantaneamente e utilizado diversas vezes pelos profissionais, podendo ficar armazenado por quanto tempo for necessário.

A moldagem digital também é um diferencial importante para o laboratório de prótese dentária, já que a odontologia digital tornou-se uma necessidade do presente. Seguindo uma tendência mercadológica de investir em tecnologia digital, existem no mercado laboratórios que promovem a locação do equipamento às clínicas odontológicas parceiras, e até mesmo a terceirização do serviço – que necessita profissional habilitado a fazê-lo – com o objetivo de permitir a aderência ao fluxo digital, garantir diferencial e melhorar a produtividade do seu laboratório de prótese. 

O que muda para o cirurgião-dentista 

Para o cirurgião-dentista, a moldagem analógica pode ser uma alternativa eficaz e de baixo custo, mas menos produtiva, já que leva mais tempo para ser realizada. Além disso, as moldagens manuais envolvem transporte para chegar até o laboratório de prótese, o que demanda um cuidado maior com higiene e exposição a diferentes temperaturas.

O principal obstáculo para as clínicas odontológicas pode ser o preparo da equipe, que deve ser impecável para manusear o scanner intraoral, e o valor de investimento. Neste caso, há a alternativa de trabalhar em conjunto com clínicas radiológicas e laboratórios de prótese que terceirizam esse serviço, ou mesmo promovem a locação do equipamento.

O que muda para o paciente 

Quando o assunto é moldagem, a opção digital é a que oferece mais vantagens ao paciente. Além de evitar o desconforto que a técnica manual pode gerar, utilizar a moldagem digital garante mais agilidade e permite que o paciente participe mais de todo o processo.

Esse é um ponto que faz toda a diferença. No fluxo digital, ele pode acompanhar todas as etapas do tratamento de perto e ter uma prévia de como será o resultado da peça protética. Essa previsibilidade do caso também é uma vantagem para o TPD e para o CD, já que diminui a necessidade de realizar ajustes oclusais e interproximais, agilizando o processo de adaptação do paciente e garantindo sua confiança no tratamento reabilitador.

Então, o seu laboratório de prótese está preparado para essa transição?

Analisamos com este conteúdo que a diferença entre os dois está no que cada um proporciona à dinâmica do trabalho e aos pacientes. Não há como concluir que um é superior ao outro, o ideal é que os profissionais estejam preparados para lidar com ambos. A moldagem analógica ainda é a mais utilizada, mas a migração para a odontologia digital está acontecendo e é inevitável. 

Isso porque o uso dos moldes digitais integram perfeitamente com sistemas que facilitam todo o processo. Assim, entregam a agilidade, precisão e produtividade necessárias para gerar maiores demandas e melhores resultados. 

Para laboratórios e clínicas convencionais, a odontologia digital pode parecer uma realidade distante, mas o mercado atual oferece opções para quem deseja adaptar-se a esse universo. Hoje, por meio da terceirização e locação de equipamentos e serviços, é possível aderir à tecnologia digital com menores custos. Clique aqui para acessar o conteúdo completo onde falamos sobre essa personalização do fluxo de trabalho.

Portanto, profissionais que buscam se adaptar no presente estarão prontos para serem destaques no futuro. E você, é um deles?

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